Como era de se esperar, Rafael Nadal ganhou domingo, pela quarta vez, o Masters 1000 de Roma, derrotando por 7-6 e 6-2 na final um corajoso Novak Djokovic, que está se firmando cada vez mais como o principal adversário do número um do mundo no piso de saibro.
O espanhol não perdeu um único set em Roma. Jogou melhor que em Barcelona e Monte Carlo, mas ainda não está no máximo de suas capacidades na terra batida, o que chega a ser assustador, três semanas antes do início do Aberto da França.
Djokovic não desmereceu, longe disso. Jogou bem, principalmente no primeiro set e no início do segundo. Mas hoje em dia, para ganhar do Nadal, não basta simplesmente jogar bem.
Está ficando cada vez mais difícil comentar as vitórias do Nadal sem ser repetitivo. Para variar um pouco, vou trocar as palavras pelos números. Acreditem, eles falam por si.
- 22 anos
- 15 títulos em torneios Masters 1000 (Roger Federer tem 14 e Andre Agassi, o recordista, tem 17)
- 39 vitórias e 3 derrotas em 2009
- 147 vitórias e 4 derrotas no saibro desde 2005
- 30 vitórias seguidas no saibro
- 25 títulos em 26 finais disputadas no saibro
- 3 títulos em 3 semanas (Monte Carlo, Barcelona, Roma)
- 4 vezes campeão em Roma (2005, 2006, 2007, 2009)
- 5 vezes campeão em Barcelona (2005, 2006, 2007, 2008, 2009)
- 5 vezes campeão em Monte Carlo (2005, 2006, 2007, 2008, 2009)
- 4 vezes campeão em Roland Garros (2005, 2006, 2007, 2008)
segunda-feira, 4 de maio de 2009
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